Como transpor abismos

Costura sobre fotografia e tecido tradicional guatemalteco.

Rio de Janeiro, 2015.

*essas imagens fazem parte do livro Como Transpor abismos, produzido e publicado pela editora Multifoco, ano 2016;  como parte da Residência Artística na Guatemala, no ano de 2015, a convite da curadora Beatriz Lemos, coordenadora do Projeto Lastro Intercâmbios Livres em Arte.
http://www.lastroarte.com/

Intervenção Poética em Inhotim

Proposição  de arte  realizada com trabalhadores da Associação de Catadores do Vale do Paraopeba – ASCAVAP – Brumadinho- MG. Trabalho realizado em parceria com o Instituto de Arte Contemporânea de Inhotim à convite da Diretoria de Inclusão Social e Cidadania.

O principal objetivo dessa proposta  foi resgatar a dimensão emancipadora, crítica e sensível desses trabalhadores, através do contato com a arte. Propomos que com as sobras do mundo, aqui materializadas em resíduos sólidos descartados pela sociedade de consumo, que os participantes da oficina produzissem objetos carregados de um significado poético, lúdico e criativo, pensando suas práxis e instrumentos de trabalho a partir de uma ótica artística e estética, embebidos em formas criativas e despertando inúmeras possibilidades construtivas de intervenções e construções artísticas nos materiais coletados com linhas, bordados etc.

Lastro em Campo – Sesc SP

Com curadoria de Beatriz Lemos, a exposição reúne instalações, performances, vídeos e objetos de onze artistas brasileiros e um guatemalteco, criados a partir de residências artísticas realizadas no México, Guatemala e Panamá.

As viagens marcaram as comemorações de 10 anos do Lastro – Intercâmbios Livres em arte – um projeto colaborativo, que se configura em uma rede internacional entre cenas de arte na América Latina (www.lastroarte.com).

De 10 de maio a 30 de julho, no Sesc Consolação
Segunda a sexta 11h30 às 21h30
Sábados e feriados 10h às 18h30

Saiba mais: http://bit.ly/LASTROemCAMPO

 

Lastro em Campo. Percursos Ancestrais e Cotidianos. Exposição Coletiva. Sesc Consolação – SP

Curadoria e concepção: Beatriz Lemos
Artistas: Daniel Albuquerque, Danilo Volpato, Edgar Calel, Jonas Aisengart, Lucas Parente, Luísa Nóbrega, Maíra das Neves, Mariana Guimarães, Maya Dikstein, Pedro Victor Brandão, Thaís Medeiros e Van Holanda
Pesquisadores viajantes: Leonardo Araújo, Maria Catarina Duncan e Olívia Ardui
Projeto expográfico: Frederico Teixeira e Penélope Casal de Rey
Projeto gráfico: Casa 202 – Fernanda Porto e Filipe Acácio
Produção: Melanina Cultural – Melanie Graille
Produção executiva: Luísa Estanislau

(Fotos: Evelson de Freitas/SESC)

Bordadura como linguagem de experiências

Artigo publicado no Anais do 24º Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas.

 

Mariana Guimarães / Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

 

RESUMO

O projeto de ensino, pesquisa e extensão intitulado Arte do Fio, desenvolvido no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp/UFRJ), tem como objetivo a investigação conceitual e plástica da bordadura contemporânea e seus inúmeros desdobramentos políticos, estéticos e éticos na educação e nas artes visuais. Neste artigo, pretendemos narrar algumas experiências desenvolvidas com estudantes do Ensino Médio e licenciandos de Artes Visuais. Partimos de uma narração polifônica, na qual o texto é costurado por depoimentos e reflexões dos estudantes sobre suas vivências e experiências a partir da investigação da linguagem da bordadura na relação com suas poéticas de trabalho e processos.

 

PALAVRAS-CHAVES

Bordadura contemporânea, experiência, afeto.

 

PDF para leitura: Bordadura como linguagem de experiências_mariana guimaraes