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Mariana Guimarães, fio a fio

 

Mariana Guimarães nasceu no interior do Rio de Janeiro, é artista educadora e pesquisadora da bordadura contemporânea.
Mestre em artes e design pela PUC – Rio, e uma licenciatura em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é atualmente docente do setor de artes visuais Colégio de Aplicação (UFRJ), onde atua como professor de ensino básico e de formação de professores de artes visuais. Coordena os grupos de pesquisa ensino e extensão : Arte do Fio, Objetos de Afeto e tramas da Escola, tecendo redes e Projeto Tecer: produção textual e têxtil.

Desenvolve inúmeras experiências,investigações e proposições sobre a bordadura contemporânea e seu dialogo com as praticas ancestrais de tessitura e seus inúmeros desdobramentos estéticos, artísticos, éticos, sociais, antropológicos, políticos, digitais e manuais. investigações sobre a poética da narratividade, tendo o outro como linguagem, em um exercício de escuta, afeto e presença na produção de poéticas coletivas de bordar-se e narrar-se. Entendendo o bordado como nome, bordar como ato e a bordadura como condição de estar no mundo, engajada nas micropolítica da mudança, que reside na insignificância e soberania em nada ser.

Essas ações já foram realizadas com Grupos diversificados como idosos, bordadeiras tradicionais, trabalhadores, catadores de lixo , etc. em colaboração com instituições públicas e privadas, como o Instituto de Arte Contemporânea de Inhotim ( 2012), Casa da Cultura de Paraty ( 2014), Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro ( 2006).

Como os projetos : Retalhos de Memória , desenvolvido em duas edições em 2006 e 2008, e premiado em 2007 pelo Ministério da Cultura do Brasil. E o projeto Bordadura nas artes visuais, vencedor do XV prêmio arte na Escola/2014, desenvolvido com os alunos da educação básica no CAp/UFRJ.

Em 2015 , dentre muitas atuações e projetos, participou da residência artística da Nuvem estação Rural de Arte e Tecnologia, e do Projeto Lastro, intercâmbios livres em arte na viagem para Guatemala, onde a artista realizou uma investigação sobre as mulheres tecedoras do país. Participou como artista e curadora da exposição Bordaduras Contemporâneas – na galeria do Colégio Pedro II, criando uma interação entre a produção de arte contemporânea e escola. Coordenou ação artística no 28º Inverno Cultural da Universidade Federal de São João Del Rey. Editou e lançou o livro Objetos de Afeto. Participou da Exposição Livro de Artista. Festival Publique-se – Recife. PE. Participou como comunicadora no 12° Simpósio ( redes e conexões de afeto) no 24° Encontro da ANPAP. Santa Maria – R.S Palestrante no evento: Da palavra ao Fio no Museu de Arte do Rio . Apresentação de trabalho como artista pesquisadora convidada do Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. Organizadora da autoresidencia de verão Vigiai e Bordai – Serrinha do Alambari.

2015 – Exposição Coletiva: III Bienal de Arte do Sertão – Juazeiro – Bahia.
2016- Exposição individual: Como habitar abismos – Castelinho do Flamengo. R.J
2016 – Exposição coletiva: Lastro em Campo: percursos ancestrais e cotidianos – Sesc Consolação- S.P
2016- III Bienal Internacional de arte têxtil contemporânea – Guimarães – Portugal – participou com artista selecionada para o slow talk.

2016 – Exposição Coletiva:  As vezes é melhor fazer uma sopa – SARACURA – Rio de Janeiro- R.J

2016 – Exposição Coletiva:  Somos todos Clarice – Galeria do Lago – Museu da República – Rio de Janeiro- R.J

2017: Autoresidência artística Vigiai e Bordai – Serrinha do Alambari. Resende/R.J